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24/11/2008 11:16
Palavras que atrapalham e ajudam a viver
"Mas você sabe que a pessoa pode
encalhar numa palavra e perder anos de vida?"
(Clarice Lispector)
Vejam só: encalhar numa palavra.
A pessoa lá vai no seu barquinho vida adentro e, de repente, encalha numa palavra.
Pode ser marxismo, Deus,pai, vanguarda, revolução, Paris, aposentadoria.
As palavras são paralisantes.
O Brasil, por exemplo, no princípio do século estava encalhado na febre amarela.
Nos últimos anos reencalhou na ditadura e na censura.
Tem hora que encalha na inflação.
Agora encalhou no desemprego.
E está difícil desencalhar da reforma agrária, da corrupção e do subdesenvolvimento.
Os escritores, sobretudo, encalham muito nas palavras.
João Cabral se referia a Graciliano Ramos como um homem com as mesmas vinte palavras girando ao redor do sol. Joyce, com Ulisses e Finnegans wake encalhou titanicamente numa região cheia de palavrosos icebergs .
Alguns poetas que conheço estão há cinqüenta anos engastalhados em palavras como Pound, ideograma, morte do verso, Joyce, un coup de dès, e não há quem os demova.
Quem leu O nome da rosa se lembra que havia lá na biblioteca medieval um texto impossível, envenenado, como o fruto interditado no meio do jardim.
É que as palavras, com essa coisa de se plantarem em nossa vida, nos alimentam e nos matam, são remédio e veneno, e, como os produtos de uma farmácia, são drogas que podem sarar ou curar.
É uma questão de alquimia verbal saber administrá-las.
Aurélio Buarque de Hollanda, que dicionarizava rebanhos de palavras, enfatizando o lado positivo das palavras, me disse um dia: nós temos que dar oportunidade às palavras.
Entendi isto como uma sugestão para a gente se desencalhar e ir desfrutando palavras novas, como o amante que com um novo amor renasce vida afora.
Em algumas culturas certas palavras não podem sequer ser pronunciadas, pois trazem desgraças.
Mas em algumas narrativas certos vocábulos abrem grutas , cofres e corações.
Sim, algumas palavras ajudam o barco a flutuar: esperança, amanhã, utopia.
Pode-se também passar uma estação com algumas delas, como se pode passar uma temporada num determinado lugar, num certo corpo, num certo amor.
Certas palavras são como hotéis: nelas fazemos pernoite, mas outras demandam moradia maior, são grutas ou catedrais que exigem contemplação.
Ler é tomar a palavra alheia, vesti-la, habitá-la por certo tempo.
Escritor, no entanto, não é aquele que acumula palavras obscuras num egoísta museu ou cofre de erudição, mas quem as troca na bela moeda da emoção.
Eis um bom exercício:
tome um lápis e anote as palavras que paralisaram ou fizeram sua vida avançar.
Palavras-coisas, palavras-pessoas.
Sobre a vida e sobre as palavras há várias teorias, a escolher.
Há quem diga que a vida tem que ser palavras em movimento, aquele work-in- progress de que falam os ingleses.
Se você encontrar, vinte ou trinta anos depois, uma pessoa fazendo o mesmo discurso, tenha pena, desconfie, é sinal que a vida dela emperrou.
( A menos que seja um discurso de amor).
Com as palavras a gente tem que tomar cuidado, pois no primeiro encontro nos libertam, depois nos aprisionam.
Há palavras tão duras e montanhosas, que nem com trator, só dinamitando.
E o fato é que um simples bom dia ou alô pode salvar uma vida.
A psicanálise pretende ser o método da cura pela fala, mas também pode se tratar pelo ouvido.
As palavras ouvidas também curam.
Vejam a mãe soprando o dedinho do filho dizendo: já passou o dodói, pronto.
Viver também é a arte de lidar com as palavras.
E como já disse alguém - as palavras são caminhos para encontrar as coisas perdidas.
Fonte: Affonso Romano de Sant'Anna
enviada por luciane
27/10/2008 22:57
A SOMBRA DO VENTO
 Chega ao Brasil o fenômeno editorial que conquistou os leitores da Espanha e Alemanha e consagrou o espanhol Carlos Zafón como uma das maiores revelações literárias dos últimos tempos
Em meio à profusão de títulos lançados a cada ano no mercado editorial, poucos conseguem conquistar ao mesmo tempo o público e a crítica. A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón, é uma dessas raridades. Por mais de 60 semanas na lista dos livros mais vendidos da Espanha, onde seu sucesso o fez ser considerado um verdadeiro fenômeno literário, o romance repetiu o êxito na edição alemã, que vendeu 100.000 exemplares no primeiro mês, e já conquistou a crítica dos Estados Unidos, onde acaba de ser publicado neste mês de abril. Ao todo, o livro teve 850.000 exemplares impressos nas diversas edições e seus direitos de tradução foram vendidos para 17 países, além de ter sido finalista dos prestigiosos prêmios literários espanhóis Fernando Lara 2001 e Llibreter 2002.
A Sombra do Vento é uma narrativa de ritmo eletrizante, escrita em uma prosa ora poética, ora irônica. O enredo mistura gêneros como o romance de aventuras de Alexandre Dumas, a novela gótica de Edgar Allan Poe e os folhetins amorosos de Victor Hugo. Ambientado na Barcelona franquista da primeira metade do século XX, entre os últimos raios de luz do modernismo e as trevas do pós-guerra, o romance de Zafón é uma obra sedutora, comovente e impossível de largar. Além de ser uma grandiosa homenagem ao poder místico dos livros, é um verdadeiro triunfo da arte de contar histórias.
Tudo começa em Barcelona, em 1945. Daniel Sempere está completando 11 anos. Ao ver o filho triste por não conseguir mais se lembrar do rosto da mãe já morta, seu pai lhe dá um presente inesquecível: em uma madrugada fantasmagórica, leva-o a um misterioso lugar no coração do centro histórico da cidade, o Cemitério dos Livros Esquecidos. O lugar, conhecido de poucos barceloneses, é uma biblioteca secreta e labiríntica que funciona como depósito para obras abandonadas pelo mundo, à espera de que alguém as descubra. É lá que Daniel encontra um exemplar de A Sombra do Vento, do também barcelonês Julián Carax.
O livro desperta no jovem e sensível Daniel um enorme fascínio por aquele autor desconhecido e sua obra, que ele descobre ser vasta. Obcecado, Daniel começa então uma busca pelos outros livros de Carax e, para sua surpresa, descobre que alguém vem queimando sistematicamente todos os exemplares de todos os livros que o autor já escreveu. Na verdade, o exemplar que Daniel tem em mãos pode ser o último existente. E ele logo irá entender que, se não descobrir a verdade sobre Julián Carax, ele e aqueles que ama poderão ter um destino terrível.
Em sua busca de início aparentemente inocente, Daniel acaba adentrando os mistérios e segredos mais obscuros de Barcelona, e conhece uma galeria de personagens que vão ajudá-lo a resolver o mistério de Carax. Dom Gustavo Barceló, célebre livreiro barcelonês, seriamente interessado em comprar o exemplar de A Sombra do Vento que Daniel lhe mostra; sua linda sobrinha cega, Clara Barceló, que revela a Daniel os primeiros elementos do mistério que cerca Carax e sua obra e por quem o menino se apaixona perdidamente; Fermín Romero de Torres, mendigo de passado glorioso e aguçado senso de humor que se tornará o maior aliado de Daniel na busca da verdade; Nuria Monfort, mulher triste que guarda em seu apartamento escuro um grande e doloroso segredo; e Javier Fumero, o cruel policial que também parece dedicar a vida a perseguir o fantasma de Julián Carax.
À medida que vai descobrindo mais sobre a vida de Carax, Daniel entende que o mistério de sua obra está de alguma forma relacionado à história de amor entre dois jovens do início do século: o próprio Carax, filho de um modesto chapeleiro, e Penélope Aldaya, filha de uma família da alta sociedade de Barcelona. E enquanto a cidade e seus personagens vão aos poucos lhe revelando os segredos e as conseqüências dessa história de amor do passado, o próprio Daniel também descobre o verdadeiro amor nos braços de Bea, irmã mais velha de seu melhor amigo Tomás Aguilar.
A Sombra do Vento usa o cenário grandioso de Barcelona, com suas largas avenidas, seus casarões abandonados, sua atmosfera gótica e espectral, para ambientar um romance arrebatador que é também uma reflexão sobre o poder da cultura e a tragédia do esquecimento. A busca de Daniel marca sua transformação de menino em homem, e desperta no leitor um fascínio renovado pelos livros e pelo poder que eles podem exercer. Ao ler A Sombra do Vento, o desejo que se tem é de, assim como o menino Daniel, abrir as portas do Cemitério dos Livros Esquecidos e descobrir em seus infindáveis corredores o livro que mudará nossas vidas.
Repercussão na Imprensa Estrangeira
Die Welt, Alemanha
Um presente para a fantasia
Por Michel Friedman, 7/12/2003
Existem livros que fazem sonhar, que são um presente para a fantasia. Quando alguém lê um livro como esse, sente-se bem, não quer ser incomodado por nada nem por ninguém, e deseja apenas mergulhar no mundo dos personagens. A Sombra do Vento é um presente assim.
Pelos olhos de um menino, o leitor é apresentado ao mundo dos livros.
O menino Daniel, cujo pai é dono de um sebo, tem a chance de se tornar dono de um livro esquecido, e escolhe o romance A Sombra do Vento. À medida que ele vai crescendo, ficam cada vez mais evidentes as semelhanças entre a vida desse jovem e a história contada no livro. Numa narrativa interessante, extremamente sensível e que prende a atenção do leitor, o livro conta uma história cheia de amor e sentimentos. Também tem papel especial no enredo o conflito político da época franquista, a atmosfera de medo do período da ditadura e a alegria proporcionada pela liberdade. Reserve dois dias e uma noite e deixe-se enfeitiçar por uma história fascinante, comovente e política. Perca bastante tempo com o capitulo final, que instiga ainda mais a fantasia e constitui uma pequena obra-prima dentro da obra-prima maior que é A Sombra do Vento.
Kirkus Reviews, Estados Unidos
Crítica recomendada, 1/3/2004
As histórias de um livro misterioso e seu enigmático autor são elaboradamente desvendadas neste vigoroso romance dickensiano: o primeiro livro de um romancista espanhol que hoje mora nos Estados Unidos. Conhecemos seu simpático narrador Daniel Sempre em 1945, quando ele é um menino de 11 anos levado pelo pai, um dono de sebo barcelonês, a uma biblioteca secreta conhecida como Cemitério dos Livros Esquecidos. Fascinado, Daniel "escolhe" um romance desconhecido, A Sombra do Vento, complicada intriga cujo autor, Julián Carax, diz-se ter fugido da Espanha quando estourou a Guerra Civil e mais tarde morto em Paris. Carax e seu livro deixam Daniel obcecado durante uma década, à medida que ele se torna homem, fica fascinado, quando não apaixonado, por três mulheres inesquecíveis, e chega cada vez mais perto de entender quem foi Carax e qual foi sua ligação com a família do tirânico dom Ricardo Aldaya e por que um sinistro estranho "sem rosto" que se identifica como a criação ficcional de Carax, Laín Coubert ("o demônio"), aparentemente "saiu das páginas de um livro para poder queimá-lo". As investigações de Daniel são auxiliadas, e algumas vezes atrapalhadas, por uma variada galeria de personagens coadjuvantes que são evocados de forma vívida. Entre eles está a reservada tradutora Nuria Monfort (que sabe mais sobre os anos parisienses de Carax do que revela de início); Jacinta Coronado, a criada da família Aldaya, confinada a um hospício para esconder o que sabe; o enérgico Sancho Pança de Daniel, Fermín Romero de Torres, mendigo de muita personalidade que trabalha como "detetive bibliográfico" na livraria dos Sempere; e o vingativo inspetor de polícia Javier Fumero, um perseguidor na tradição de Javert cuja recusa em acreditar que Carax esteja morto antecipa o clímax da narrativa onde Daniel percebe ser muito mais do que apenas um leitor da intrincada e triste história de Carax. A Sombra do Vento vai mantê-lo acordado à noite e será um tempo bem empregado. O livro é absolutamente maravilhoso.
Disponível em:http://www.editoras.com/objetiva/604-9.htm
enviada por luciane
13/10/2008 09:09
O SERMÃO DOS BEM INFORMADOS
Bem-informados os que lêem todos os dias as páginas do jornal, sabendo filtrar ideologias, polêmicas vazias e outras magias.
Bem-informados os que assistem à televisão todos os dias, selecionando os canais e os programas realmente informativos e educativos.
Bem-informados os que folheiam as revistas certas, escapando da fofoca, do boato, da ilusão, adquirindo verdadeiro conhecimento e entretenimento.
Bem-informados os que, informatizados, navegam na internet, procurando os sites do saber e do lazer, numa verdadeira pesquisa e não por mera curiosidade.
Bem-informados os que participam de chats e listas de discussão virtuais, e transformam o superficial em encontro humano.
Bem-informados os que freqüentam o cinema (e as videolocadoras) e se deixam seduzir pelos efeitos especiais, sem esquecer o que é mais especial ainda: a imagem eloqüente.
Bem-informados os que amam o teatro e interpretam o papel insubstituível daquele que se desoprima na catarse, na voz ao vivo, no corpo em chamas.
Bem-informados os que ouvem o rádio e se deliciam com as estações da boa música, da entrevista bem feita, inteligente, da notícia objetiva, mas não a-crítica.
Bem-informados os que vão aos museus e cortejam as musas que cantam nos quadros, sussurram nas esculturas e passeiam nas instalações.
Bem-informados os que prestigiam a arte onde quer que a encontrem, no salão ou na salinha, na avenida ou na pracinha, e rendem seu culto a cada cintilação da beleza.
Bem-informados os que vêem na arquitetura contemporânea a inspiração dos antigos templos e o mistério das pirâmides.
Bem-informados os que lêem os livros capazes de, em suas asas, levar-nos para dentro de nós mesmos, sem desprezar o mundo.
Bem-informados os que lêem os livros novos, com a condição de que não sejam descartáveis.
Bem-informados os que lêem os livros antigos, com a condição de que sejam renovadores.
Bem-informados os que lêem os livros de poemas e dão à poesia um lugar de honra no mundo dos cálculos inescrupulosos.
Bem-informados os que lêem os livros que falam de outros livros e, nessa busca dentro da busca, encontram o prazer de ler elevado à quinta potência.
Bem-informados os que têm sede e fome de verdade e realmente a procuram nos caminhos e descaminhos da Idade Mídia.
Bem-informados seremos se soubermos, com critério e bom senso, distinguir para apreciar, divulgando nosso amor à cultura sem perder o bom humor.
Jamais.
Gabriel Perissé
enviada por luciane
07/10/2008 10:15
Literatura - PR tem dois finalistas no prêmio Vivaleitura
07/10/2008 | 00:01 | Tatiana Duarte Comunicar
Dois dos 15 projetos finalistas ao prêmio Vivaleitura 2008 são do Paraná. Em todo o país, foram cerca de 1,8 mil inscrições à premiação de incentivo à leitura, que está em sua terceira edição. Foram classificados como finalistas projetos de três categorias: bibliotecas, escolas e pessoas físicas/instituições. Os vencedores serão conhecidos no dia 12 de novembro e receberão o prêmio de R$ 30 mil.
Desenvolvido desde 2006 no Colégio Nossa Senhora de Medianeira, em Curitiba, o projeto Literatura na Escola, da professora Luciane Hagemeyer, é um dos finalistas da categoria escolas. A abordagem do ensino de literatura experimentada pela professora Luciane em turmas de 3ª série do ensino fundamental, onde leciona, foca a perspectiva de cognição. A intenção é investir na formação de leitores, tarefa cada vez mais complicada. O interessante é que os alunos participam, discutem e lêem, e isso mostra que a proposta funciona, diz.
Na opinião da coordenadora pedagógica do prêmio, Lourdes Atié, o projeto desenvolvido por Luciane é um dos candidatos mais fortes. No caso do incentivo da leitura nas escolas, um dos problemas que percebemos é a falta de intencionalidade dos projetos. No de Curitiba há essa intencionalidade. Ele não fica apenas no nível do prazer de ler, mostrando a necessidade do aprendizado da leitura, diz. Na seleção dos 15 finalistas, Lourdes explica que a organização do prêmio tentou contemplar as mais diferentes regiões do país.
O outro projeto paranaense que figura entre os finalistas da mesma categoria é o Palavras Andantes. A ação abrange 80 escolas da rede municipal de Londrina, Norte do estado. Dentro da proposta, procurou-se melhorar as bibliotecas escolares, mas também investir na formação de professores e no projeto arquitetônico das bibliotecas. O projeto é uma referência para o país todo, diz Lourdes.
Publicado na Gazeta do Povo - 07/10/2008
enviada por luciane
25/09/2008 09:42
A CURA DE SCHOPENHAUER
Olá, caros colegas de leitura!
Nosso próximo livro será "A CURA DE SCHOPENHAUER", de Irvin D. Yalom, que já inicia com uma belíssima epígrafe, de Schopenhauer, claro:
"Cada vez que respiramos, afastamos a morte que nos ameaça.(...) No final, ela vence, pois desde o nascimento esse é o nosso destino e ela brinca um pouco com sua presa antes de comê-la. Mas continuamos vivendo com grande interesse e inquietação pelo maior tempo possóvel, da mesma forma que sopramos uma bolha de sabão até ficar bem grande, embora tenhamos absoluta certeza de que vai estourar".
Nosso próximo encontro será no dia 20/10, às 18h e 15m. Até lá, teremos de ler até a página 150, aproximadamente.
Abraços fraternos a todos!
enviada por luciane
02/09/2008 10:40

enviada por luciane
22/08/2008 18:51
Livro Disponível
Caros colegas de leitura:
Nosso livro já se encontra na biblioteca do Ens. Fundamental.
O preço é R$38,00 (R$37 e alguma coisa, na verdade)...
O próximo encontro fica para 15/09, para que dê tempo de todos lerem.
Abraços a todos!
enviada por luciane
19/08/2008 11:29
Olá, colegas de leitura!
Nosso tão esperado livro "As pessoas mais importantes do mundo: que nunca viveram" deve chegar até o final desta semana. Para evitar novos atrasos, a Rosane sugeriru que, no momento em vocês forem à biblioteca buscá-lo, deixem registrado (do mesmo modo que fizemos no encontro anterior) o nome do livro que gostariam de ler já para o próximo mês. Assim, escolheríamos uma de nossas crianças para fazer o sorteio e providenciaríamos a próxima encomenda com mais agilidade. O que acham?
Sugestões de Livros
Caso alguém não encontre o post (aqui mesmo no blog) com a sugestão de livros, aí vai novamente a lista:
O DIÁRIO DE ANNE FRANK;
O CONTO DE AMOR, de CONTARDO CALLIGARIS;
AS MEMÓRIAS DO LIVRO, de Geraldine Brooks;
AS VIRTUDES DA CASA, de Luís Antônio de Assis Brasil;
A GUERRA DOS MUNDOS, de H.G.WELLS;
O XALE, de CYNTHIA OZICK;
O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO, de J.D. SALINGER;
O SENHOR DAS MOSCAS, de WILLIAM GOLDING;
O PAI INVISÍVEL, de KLEDIR RAMIL;
O FIEL E A PEDRA, de Osman Lins;
OS FIOS DA FORTUNA, de Anita Amirrezvani;
IMPERATRIZ ORQUÍDEA, de Anchee Min;
QUANDO UM CROCODILO ENGOLE O SOL, de Peter Godwin;
A CURA DE SCHOPENHAUER, de Irvin D. Yallon;
Abraços,
Luciane
enviada por luciane
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